quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A Ironia do Java

Hoje falarei sobre a linguagem tão comentada e que atualmente gasta boa parte dos meus recursos antes gastas em vadiagem: Java.

O Java, para quem não programa muito, parece uma mágica! Está em todo lugar: No seu banco, no seu celular, em programas do dia-a-dia e... Espere... Java no seu carro? Não. Java no seu main frame? Provavelmente não. Java no seu jogo? Muito provavelmente não.

Logo se percebe que este artigo falará mais contra do que a favor de seu tema, como todos os outros. O Java é usado em vários sistemas cujos desenvolvedores não deram a MÍNIMA para o que estava ali, rodando por baixo do pano.

Como as portas se comunicam? Não quero saber. Protocolos de segurança foram checados como? Não quero saber. O hardware está sendo bem utilizado? NÃO QUERO SABER! Essa é a mentalidade do Java.

Queira ou não, é uma linguagem de alto nível, você jamais enviará um pedido diretamente ao hardware ou usará enxertos de código nativo em seu programa simplesmente porque você NÃO SE IMPORTA com o que acontece no baixo nível.

Até ai, ótimo, vários sistemas não precisam ser checados no baixo nível e precisam contar com a segurança de rodar em uma máquina virtual. Porém, em termos de desempenho, por mais que o compilador seja feito para otimizar tudo, temos várias coisas, como processamentos em tempo real, que não são otimizados precisamente.

Se isso é verdade? Deve ser. O engenheiro que projetou seu carro não foi LOUCO de colocar Java nos sistemas críticos do carro. Por quê? Porque ele preferiu manter um controle próximo do hardware, tratar falhas manualmente, enfim, colocar o selo de segurança da General Motors no lugar do selo de segurança da Sun.

Isso tudo até porque se seu carro esperar o tratamento de uma exceção quando seus freios falharem, você estará quase caindo do penhasco. Não se preocupe. Você não vai sentir nada com o impacto.

Mas o Java tem suas vantagens: É a única forma de alguém usar o seu código MALFEITO E MAL PENSADO para fazer sistemas de precisão mínima. Para isso, você pode usar outras centenas de códigos tão malfeitos quanto o seu, chamados de bibliotecas. Está tudo pronto! Criar para que?! Talvez os desenvolvedores tenham esquecido que somos criativos e que gostamos de criar nossas próprias coisas... Vai ver é por isso que todos os jogos em Java têm a exata mesma cara por serem feitos pelas mesmas bibliotecas...

É isso...

Darvius, o Ás da Ironia.

Um comentário:

Anônimo disse...

Quantos posts você pensou que levaria para eu encontrar seu blog?

Sobre o java...