quinta-feira, 19 de março de 2009

Guia dos Tolos - Sendo um Idiota (Ou Não)

Se você está lendo isso, ótimo. Negar ser um idiota é um com começo para começar a evitar as ações que realmente te deixam idiotas. Eu sou um especialista em idiotologia por convivência, afinal, além de viver em meu corpo, divido meu mundo com pessoas que, muitas vezes, tem sua coerência mental ameaçadas por um idiota.

Então vamos aos passos simples de como não ser um idiota.

1. Aprenda a ficar calado. Sim. Cale a boca se você não tem o que falar ou então, conte uma piada sobre argentinos, todos adoram piadas sobre argentinos, o que pode lhe trazer de uma promoção até um vale compras de R$20,00 em alguma loja.

2. Sempre que agir como um idiota, finja ser idiota. Ninguém vai te julgar por você ter prazer em imitar um idiota, porém, as pessoas não pensarão duas vezes antes de usar você como cobaia de experimentos de tortura da idade média.

3. Leia. Boa parte das merdas que falamos tem a ver com aquele texto miúdo maldito que você não deu atenção. O raciocínio por trás deles é simples: Se fez a galera suuuuper-da-moda do escritório de design rir, fará os consumidores rirem. Infelizmente, o efeito parece ser inverso nos consumidores heterossexuais.

4. Escreva tudo que você tem à dizer, descanse um pouco (contando uma piada sobre argentinos ou ouvindo uma piada sobre argentinos) e em seguida, leia seu texto. Se parecer idiota, esqueça todas aquelas idéias. Seu julgamento basta para dizer se uma idéia é ruim ou não.

5. Se você está em uma roda de 17 pessoas e, ao insistir em seu “sábio ponto de vista”, todos caírem na risada, nem que seja o clássico riso que quase escapa, pare. Se as 17 pessoas te acham idiota, existem duas possibilidades: Você está no senado e os idiotas são eles ou você realmente é um idiota.

6. Não faça comentários fora do escopo definido no design do assunto. Referências à métodos de engenharia de software numa tarde de sopa com seus avós só pode gerar perguntas do tipo “Putz, além de idiota é viado?”.

7. Faça as pessoas se sentirem idiotas e seja um idiota feliz. Funciona com professores, presidentes, animais... Enfim, deve funcionar com você e com vegetais também.

8. Na dúvida, tussa, tenha um ataque epilético culminante, gorfe na roupa da mina, mas não insista em uma merda que você não tem certeza, ainda mais bêbado, como se adiantasse avisar.

9. Lembre-se de que tudo que você viu em guias em blogs com menos de um milhão de acessos são textos mal escritos, sem graça, com apelo obsceno que só buscam seus cliques nos Aidicence do Google.

10. Lembre-se: Sempre que você se sentir a pessoa mais idiota do mundo, entre em um blog de tirinhas, e leia os 13 primeiros comentários. Sim, são 13 pessoas bem mais idiotas do que você escrevendo “First!!!!111!”.

Darvius, O Ás da Ironia – Faixa Marrom em Idiotologia.

PS: Sono demais para reler, convivam com meus erros de português...

quarta-feira, 18 de março de 2009

A Ironia da Guerra II

Sou uma pessoa com problemas. Todo mundo no meu quarteirão tem problemas. Se eu compartilho meu problema com todos e todos resolvem vender suas coisas por que temos um problema, teremos uma crise.

Talvez meu vizinho não goste do meu problema, não goste da crise que eu ocasionei e, por acaso, ele possui um lança-mísseis. Não é um problema, pois eu também tenho um lança-mísseis. Primeiro, ele tenta tomar meu quintal e acabar na marra com a crise que comecei. No começo, entro na briga, bato a vassoura no chão, jogo pedras, coloco merda em uma meia e jogo em cima do carro dele... E ele fica puto. Ele pega o lança-mísseis.

O primeiro tiro atinge minha sala de computador. Eu fico puto e pego meu lança-mísseis. Acabo com a parafernália de DJ que ele tem. E, putos, nós brigamos até que todo o quarteirão seja destruído.

Nenhum de nós jamais lembrará (depois de inalar tanta fumaça) quem deu o primeiro tiro. Não veremos nada além de fumaça, destruição e caos até que tenhamos a coragem de reconstruir tudo. Nunca mais brigaremos, até a próxima crise.

Agora, amplie as coisas. Meu país tem um problema. Todos os países do meu bloco econômico e que dependem de mim tem problemas. Nós começamos a bagunçar as coisas, jurando de pés juntos que o liberalismo econômico vai trazer tudo de volta como era antes (exceto os problemas, eles ficarão para trás).

Um país governado por um louco pode não gostar da crise e me culpar por ela. Se de alguma forma entrarmos em conflito armado, lutaremos por meses, anos... Mas um dia alguém vai apertar o botão. O mundo se verá em caos, fumaça e destruição por algumas horas e, após estes mágicos momentos, o silêncio.

Não é Deus que escreve por linhas tortas: É o liberalismo econômico. A mão invisível que ajuda a economia é a mesma mão e puxa o gatilho, que nos protege com a diplomacia e que aperta um botão.

Posso estar errado, mas tantos já previram a Terceira Grande Guerra Mundial... É inegável que desde a crise dos mísseis em Cuba as coisas mudaram. Um diplomata não olha para a cara do outro durante uma crise militar entre duas potências nucleares...

“Guerra. A Guerra nunca muda...
O fim do mundo ocorreu bem como previmos.
Muitos humanos, recursos insuficientes para continuar...
Os detalhes foram triviais e sem sentido, as razões, como sempre, foram aquelas puramente humanas...
Em 2077, a vida humana foi praticamente apagada da terra:
Uma grande limpeza, uma faísca atômica lançada por mãos humanas, rapidamente saiu do controle.
Lanças de fogo nuclear choveram dos céus e continentes foram engolidos por chamas, afundando em oceanos ferventes.
A humanidade quase foi extinta, seus espíritos tornaram-se partes de seu passado radioativo que encobriu a terra.
Uma quietude sombria caiu por todo o planeta, durando vários anos.
Poucos sobreviveram a devastação. (…)”



War... War never changes...

Darvius, O Ás da Ironia

Todas as referências deste texto são de propriedade de seus autores até a data em que caírem em domínio público. Neste dia, as referências serão usadas indiscriminadamente e provavelmente darão a seus autores e familiares um futuro de esquecimento, dor e pobreza por não terem aberto os direitos das referências antes... Isso se o mundo não acabar antes.

quarta-feira, 11 de março de 2009

A Ironia do Vôo

O fato é que gosto de aviões. Ando sempre olhando para cima, esperando ver um avião, freqüento sites de aviação, jogo simuladores chatos e corro atrás de pôsteres e coisas relacionadas à aviação muito mais do que corro atrás de coisas relacionadas à computação.

Outro fato é que aviões foram feitos para voar. Nenhum engenheiro jamais pensou “Mas se ele estiver caindo...” na história da aviação porque é impensável que centenas de toneladas, ao atingir o solo, possam resultar em outra coisa além de catástrofe.

Por mais que aviões sejam projetados para resistir situações rigorosas de vôos, condições anormais de temperatura e pressão, além de bombas em seus compartimentos de bagagem, suportar tiros em suas fuselagens extensas e até possuir dispositivos para cegar mísseis terra-ar (sim, em aviões comerciais que voam em áreas de risco), os aviões não passam por “crash tests” ou simulações de queda.

Simplesmente pegue o vaso mais caro de sua mãe, encha de água, suba no Burj Dubai e lance-o contra o solo. Você espera que ele se parta em centenas de milhares de pedacinhos, certo? Então o que você espera de um avião, que pesa milhares de vezes mais, voa em altitudes muito maiores e que ainda são tão aerodinâmicos quanto o tal vaso?

Então, ocasionalmente acidentes acontecem: Aviões despencam misteriosamente de altitudes de 30.000 – 40.000 pés e seus passageiros são lançados para uma verdadeira novela de intrigas e acusações. Existem pilotos que, como heróis, cedem suas vidas salvando a vida de vários de seus passageiros e existem pilotos que, ainda como heróis, recebem a dura pena de serem lembrados pela eternidade como causadores de um acidente.

Em sua definição, um acidente (veja bem: Acidente) é uma cadeia de eventos anormais, geralmente pequenos, que, em dada circunstância culminante, geram uma catastrófica reação inesperada. São coisas como um transponder desligado, um VOR com problemas, luzes de uma cidade em meio à noite, um altímetro desregulado, porém, nunca somente um desses eventos sozinhos.

Um avião poderia atravessar o continente com seu transponder desligado sem maiores problemas, enquanto um avião que se perde por causa de um VOR fora do ar pode se reorientar pela torre até se localizar na imensidão dos céus. Porém, um avião com dois ou três problemas, enfrentando condições X anormais, jamais teria chance e acabaria por virar estatística.

E com a frieza de aves de rapinas em meio ao caos de um acidente aéreo, entram “familiares” e “advogados”, procurando cabeças para ceifar e bonificações a serem coletadas. Sim, existem famílias que, para diminuir a dor do luto, preferem pressionar as empresas relacionadas para adquirir uma quantia exorbitante pela vida de seus entes queridos.

Não falo do seguro obrigatório, pago à cada família calculado de acordo com a idade do passageiro e sua provável renda vitalícia. Falo das famílias que querem mais do que isso, do que o usual dado a todos. Famílias que vão na televisão chorar o luto para depois lutarem ferozmente nos tribunais por quantias maiores.

Sinceramente, acho difícil pensar em “gastar” a indenização pela catastrófica morte de alguém. Acho impossível então, abrir um processo para poder aumentar o valor da vida deste alguém, tentando retirar mais indenização, já que “meu alguém vale bem mais do que os outros alguéns”.

E se me dizem que minto, então basta me explicarem porque tantos processos de acidentes há muito já ocorridos ainda estão abertos já que umas poucas famílias não se conformaram em ganhar apenas o que as outras famílias ganharam. Querem mais? Gostam de lembrar-se de seu ente querido como uma fonte de renda? Não sei. Prefiro enterrar meus mortos e fazer valer a frase “descanse em paz”.

Darvius, o Ás da Ironia.

PS: Alguns blogs foram tirados do ar por opinarem sobre este delicado assunto, já que algumas famílias, além de buscar um lucro maior, possuem os meios necessários para fechar a opinião pública contra sua atitude. Por esses e outros motivos é que é bom escrever por trás de um pseudônimo e manter todos os seus textos salvos no computador.

quarta-feira, 4 de março de 2009

USP - 75 Anos

Sábios amigos visitantes! Todos devem conhecer a USP - Universidade de São Paulo (pelo menos, deveriam, ela é bem popular na Sibéria). Eis então que esta universidade completa seus 75 anos de idade e assim, ganha o direito de ser homenageada inclusive aqui neste blog de coisas inúteis (acho que vou começar a postar receitas, tutoriais e pornografia, para atrair público).

Para homenageá-la, eu gostaria de escrever um poema, mas sou péssimo escritor, ainda mais de poemas... Alias, imaginem um poema sobre uma universidade: Seria pior do que o que escrevi em um relatório sobre um seminário.

Sendo assim peguei um pronto, solto na internet. Sim. Publicarei conteúdo de terceiros. Se o The Pirate Bay pode, eu também posso. Achou ruim? “ME PROCESSA”.

Aí vai o poema "todo bonitchinho" que achei, divirta-se, já que minha diversão é imaginar um bando de marmanjos vendo um poema que achei no google.

USP, Universidade de São Paulo.
Teu saber, de tão longe antigo,
um desejo por muitos já tido,
uma caixa aberta por poucos.

USP, tuas lutas, tão lindas...
Tuas árduas guerras vencidas
com o triunfo da vasta razão
sob as cinzas da escuridão.

USP, a quantos disseste:
Não me conheces, porém dize-me
que meu conhecimento é finito
que a ciência não vence.

USP, que de nós quer tanto...
quantos amores nos roubaste?
quantas noites nos tomaste?
quantas almas almejaste?

USP pela qual já lutamos
por um futuro de pleno conhecer
contra amarras de um tempo
de uma idéia vencida pelo saber.

USP, que para muitos é pouco,
uma mera miragem, longe horizonte
e para vários é uma vida,
possui alma e nos é querida.

USP, que nos faz meros nós
na corrente de Minerva,
que nos trás velhos ditados
já cantados por Sophia.

USP a qual amamos, sentimos,
lamentamos, lutamos, oramos,
prezamos, morremos, invejamos,
odiamos, assistimos, exaltamos.

O poema expressa bem o paradoxo desta universidade. Entramos acreditando que encontraríamos o paraíso e, de fato, alguns acharam. Outros viam um pote de ouro e alguns poucos encontraram. Porém, todos foram acolhidos pela universidade e sua estrutura, seu conhecimento e, por fim, o processo do conhecer que nos parece tão doído e ingrato jamais nos foi negado. Acredito realmente na instituição USP, nas pessoas bem intencionadas da USP e nos valores tradicionais da USP e por isso, presto meu respeito pela instituição, que apesar de estar longe da perfeição, é a nossa instituição e está aí para nos apoiar (ou não).

E é só.

Darvius, o Ás da Ironia.

PS: A fonte do poema não foi citada. Achou ruim? Kopimi.

terça-feira, 3 de março de 2009

Spectrial - O Julgamento

No mundo computacional, a maior verdade e talvez uma das forças na qual mais cremos está sobre um duro teste. Todo gamer, computeiro, otaku, fã-de-series, amante de músicas, assistidor de filmes, 1337, h4ckz0rs e pessoas ligadas ao entretenimento na computação conhecem o legado dos polêmicos torrents. Com apenas três cliques, você começa a baixar seu arquivo com velocidade ilimitada, segurança e com uma única certeza: Esse é um direito seu.

Todas as pessoas acima citadas podem ser divididas em dois grupos: O grupo que conhece (e portanto usa) o The Pirate Bay e o grupo de pessoas que não conseguem alcançar a felicidade de ter um torrent com apenas três cliques.

A situação é tal que acredita-se que 80% do tráfego da internet hoje é de torrents. Desses 80%, metade usa o The Pirate Bay como tracker e, portanto, 40% de TODO O TRÁFEGO da internet tem inicio nos servidores do The Pirate Bay.

Há alguns dias, dia 31 de janeiro para ser exato, uma união-de-pessoas-pagas-para-reclamar-e-pseudo-apoiar-a-propriedade-intelectual iniciou um processo contra o The Pirate Bay, com diversas acusações, todas referente à quebra de direitos autorais, exigindo dos donos do site (que mal se sustenta com a propaganda que tem) uma quantia próxima aos 14 milhões de dólares em indenizações.

O processo logo se alastrou por todas as comunidades e redes sociais relacionadas à computação mundiais (exceto no Brasil). A cada dia de julgamento, uma nova piada, um novo caso: É como se a acusação estivesse trabalhando para que todos os computeiros tivessem o que contar para seus netos.

Em exatos um dia e meio de julgamento, metade das acusações foram retiradas por “problemas técnicos”. Imaginemos a cara do renomado advogado dizendo aos computeiros e pessoas descentes presentes no julgamento: "Olha pessoal, desculpa, mas nós vamos retirar metade das acusações por razões técnicas... Vamos fingir que isso nunca aconteceu, tá?".

Mais alguns dias depois e cai por terra outra parte das acusações, que também se mostraram improcedentes dado o fato de que a gente baixa do site e não de seus donos. Como se pode ver, o processo foi bem bolado, os advogados (aparentemente formados em renomadas universidades particulares como UNI* e UNIBOZO) estavam preparados para um caso épico como este. No tribunal, em meio ao caos onde computeiros eram acusados por cozinheiros, modelos e pessoas não-relacionadas à área, foi necessário que a defesa apresentasse como criar e espalhar torrents. Durante a apresentação, a defesa disse várias vezes as palavras "kopimi" (CopyME), Boccolis e outras coisas engraçadas de se ouvir em um tribunal.

É um verdadeiro show. Toda noite ocorrem festas nas proximidades do julgamento e a mídia sueca cobre o caso como nós cobrimos o caso de uma moça que se esfaqueou e mentiu perante a justiça suiça. Tentaram prender os servidores do site, mas o site voltou ao ar poucos dias depois, tentaram colocar novas provas-surpresa no julgamento, mas o juiz não deixou e tudo indica que, ao fim do julgamento, teremos três jovens computeiros livres de todas as acusações e soltos para baixarem todo o conteúdo ilegal que quiserem.

Por fim, uma nota: Eu não apoio a pirataria, só acho que é ridículo colocar no preço do produto final o pagamento do salário de uma centena de pessoas inúteis ao projeto, além de Royalty (homosexualismo explicito), e outras coisas que tornam o produto caro e inacessível. A pirataria não afeta a nós, programadores, gerentes de projetos e computeiros em geral. Se o produto vender ou não, nós ganhamos do mesmo jeito, o problema é da empresa para a qual trabalhamos e ela que se vire com a forma de vender seus produtos.

Estamos na era em que a criatividade gera lucros. Se você cria um programa fechado e solta na internet para vender, você está simplesmente pedindo para a “comunidade” dar um jeito de burlar a chave do seu programa ou distribuí-lo ilegalmente! Seja criativo, pense em formas de ganhar dinheiro sem sobretaxar seu software e assim, diminua o custo do seu produto, o que o tornará mais competitivo e atraente para seu consumidor.

Uma coisa é pagar R$20,00 por uma licença (life-time) de um produto e usá-lo como bem entender. Outra coisa é comprar um computador e ter três escolhas à fazer: Comprar uma licença do Windows por módicos R$500.00, baixar o Windows no The Pirate Bay por módicas 4 horas de download ou usar Linux. Eu não posso pagar mais do que um salário mínimo em um software que lança uma versão à cada 3 anos sendo que em cada versão serei obrigado à pagar mais R$500.00.

Eu não me importo de ver placas com propagandas em meus jogos (é até legal ver as propagandas da nVidia no Burnout Paradise), não me importo com logos discretos e leves nos programas gratuitos que uso e não me importo em usar apenas as funcionalidades básicas de um software sem pagar por ele. Porém, a versão DEMO DO WINDOWS VISTA (Vista Starter) já custa uma facada!

Curiosamente, se eu escrevesse "Baixem tudo o que puderem, vocês são livres para escolher qual software comprar!" eu já seria acusa de estimular a quebra de direitos autorais, por isso, não escreverei nada. Prefiro me calar à lei injusta dos homens a ter que olhar nos olhos das aves de rapina que me observam do alto.

Darvius, O Ás da Ironia.

PS: Esse texto foi escrito em um Windows Vista original fornecido gentilmente pela Universidade Estadual Siberiana (sério, o Windows tem licença acadêmica), usando o Firefox e todas as opiniões nele expressadas só podem ser reproduzidas caso me paguem R$17,99 por publicação ou o equivalente em cervejas.
PSS: Realmente não reli o texto com atenção. Qualquer gafe, coloque na conta da reforma ortográfica.