Nesta universidade, existem apenas cursos de exatas, divididos por vários institutos. No Instituto de Ciências Metafilosóficas e da Computação, aqui referidos como ICMFC, existem diversos tipos de professores.
Alguns, do departamento metafilosóficos, são conhecidos por seu péssimo senso crítico, por suas atitudes infantis e por serem, em sua magnífica maioria, hostis com os alunos, temendo que algum dos Ivanovits, Trotskis e Natashas para quem dão aula um dia se tornem professores de Metafilosofia mais frustrados e deprimentes do que os atuais e roubem seus suados cargos públicos.
É de conhecimento de todos os russos que um professor de uma universidade pública tão renomada quanto esta da qual
Sendo assim, tais professores causam, sem temer punições, o terror. São chamados de Всадники из Апокалипсиса por seus infelizes estudantes. São responsáveis pela destruição dos sonhos de 40% de todos os alunos do ICMFC e, usando de dependências como arma, conseguem crescer seus exércitos recrutando mais filósofos recusados de outras faculdades que, de tanta frustração, estão loucos para colocar as mãos nos conhecidos como свежее мясо.
Os estudantes da computação do instituto geralmente ficam tão traumatizados que passam a amar os professores de computação... Bem... Nem todos, afinal, alunos felizes são os do Sergipe, quando têm água para beber no restaurante universitário.
Dentre os professores da computação, existem os do departamento de Qualidade Computacional Chata, professores legais, com boas intenções, porém, com matérias soníferas e slides capazes de colocar em coma uma manada de alunos revoltos em poucos minutos.
O outro departamento, o Falta Sanidade Sim, ficam os professores responsáveis pelas áreas humanas da computação. São professores que pensam mais, possuem algum (veja bem, ALGUM!) senso crítico e que se preocupam com o aprendizado dos alunos. Claro que nem todos são assim e claro que nem todos os alunos gostam desses professores. Esses professores são categoricamente legais, exceto para alunos chatos demais para admitir que existe bondade no tal instituto.
Há quem diga que aquela universidade é tão boa quanto à de Moscou. Já eu penso que falta nos alunos um pouco de jogo de cintura para desviar das ofensas constantes de vários professores. Por parte dos professores, imagino que encarar o aluno como seu concorrente não é nada mais do que colocar contra si o bem mais precioso que ele possui, além de um emprego público: Cérebros.
Por isso que sempre digo: Ame sua universidade ou vá para a Sibéria... Ou para o Sergipe.
Darvius, o Ás da Ironia.

Um comentário:
qual que é a de sergipe?
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