Sábios amigos visitantes! Todos devem conhecer a USP - Universidade de São Paulo (pelo menos, deveriam, ela é bem popular na Sibéria). Eis então que esta universidade completa seus 75 anos de idade e assim, ganha o direito de ser homenageada inclusive aqui neste blog de coisas inúteis (acho que vou começar a postar receitas, tutoriais e pornografia, para atrair público).
Para homenageá-la, eu gostaria de escrever um poema, mas sou péssimo escritor, ainda mais de poemas... Alias, imaginem um poema sobre uma universidade: Seria pior do que o que escrevi em um relatório sobre um seminário.
Sendo assim peguei um pronto, solto na internet. Sim. Publicarei conteúdo de terceiros. Se o The Pirate Bay pode, eu também posso. Achou ruim? “ME PROCESSA”.
Aí vai o poema "todo bonitchinho" que achei, divirta-se, já que minha diversão é imaginar um bando de marmanjos vendo um poema que achei no google.
USP, Universidade de São Paulo.
Teu saber, de tão longe antigo,
um desejo por muitos já tido,
uma caixa aberta por poucos.
USP, tuas lutas, tão lindas...
Tuas árduas guerras vencidas
com o triunfo da vasta razão
sob as cinzas da escuridão.
USP, a quantos disseste:
Não me conheces, porém dize-me
que meu conhecimento é finito
que a ciência não vence.
USP, que de nós quer tanto...
quantos amores nos roubaste?
quantas noites nos tomaste?
quantas almas almejaste?
USP pela qual já lutamos
por um futuro de pleno conhecer
contra amarras de um tempo
de uma idéia vencida pelo saber.
USP, que para muitos é pouco,
uma mera miragem, longe horizonte
e para vários é uma vida,
possui alma e nos é querida.
USP, que nos faz meros nós
na corrente de Minerva,
que nos trás velhos ditados
já cantados por Sophia.
USP a qual amamos, sentimos,
lamentamos, lutamos, oramos,
prezamos, morremos, invejamos,
odiamos, assistimos, exaltamos.
O poema expressa bem o paradoxo desta universidade. Entramos acreditando que encontraríamos o paraíso e, de fato, alguns acharam. Outros viam um pote de ouro e alguns poucos encontraram. Porém, todos foram acolhidos pela universidade e sua estrutura, seu conhecimento e, por fim, o processo do conhecer que nos parece tão doído e ingrato jamais nos foi negado. Acredito realmente na instituição USP, nas pessoas bem intencionadas da USP e nos valores tradicionais da USP e por isso, presto meu respeito pela instituição, que apesar de estar longe da perfeição, é a nossa instituição e está aí para nos apoiar (ou não).
E é só.
Darvius, o Ás da Ironia.
PS: A fonte do poema não foi citada. Achou ruim? Kopimi.
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Um comentário:
na posição de estudante e funcionário da USP, digo que você precisa de tratamento, ou então de uma piroca... Puta merda, cara.
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